Prafinha e aLeda celebram 20 anos e reforçam o skate como expressão urbana em São Paulo

Comportamento

A cena do skate em São Paulo ganha um marco simbólico em 2026 com os 20 anos da Prafinha e da marca aLeda. A data reforça uma trajetória construída dentro da cultura de rua, onde o skate vai além do esporte e se consolida como linguagem urbana.

Criada em 2006 no Real Parque, na zona sul da capital paulista, a Prafinha nasceu da iniciativa de skatistas que transformaram uma quadra abandonada em ponto de encontro. Com o tempo, o espaço se tornou referência no skate street brasileiro, mantendo viva a lógica do “faça você mesmo” e da ocupação criativa da cidade.

Da rua para a cultura

À frente do projeto está Rafael Félix, conhecido como Finha, skatista profissional desde 2007 e um dos nomes mais consistentes da cena nacional. Sua trajetória sempre esteve ligada à ideia do skate como prática cotidiana e forma de expressão, não apenas como competição.

Essa visão é a mesma que conecta a história da Prafinha com a aLeda. A marca, que também completa duas décadas em 2026, construiu sua identidade dentro da cultura urbana, enxergando o skate como um de seus pilares mais autênticos.

Parceria construída no tempo

O primeiro contato entre Finha e a aLeda aconteceu em 2012, mas a relação ganhou força a partir de 2018 com o Prafinha Oldschool. O evento reúne diferentes gerações do skate e resgata a memória da cena street, reforçando a importância dos espaços públicos.

Já em 2024, a parceria se consolidou oficialmente com a entrada do skatista para o time da marca, em um movimento que reflete mais convivência e alinhamento cultural do que estratégia comercial.

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Espaço vivo na cidade

Hoje, a Prafinha segue ativa como ponto de encontro, formação e troca. Aulas abertas, ações sociais e encontros comunitários fazem parte da rotina, fortalecendo o skate como ferramenta de inclusão e pertencimento.

Ao completar 20 anos, Prafinha e a aLeda reafirmam seu papel na cidade: mais do que representar o skate, ajudam a manter viva uma forma de ocupar São Paulo com criatividade, identidade e resistência.

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