Uma nova pesquisa da Amazon Kindle, intitulada “Meu Kindle, meu jeito”, revela que adultos brasileiros estão perdendo tempo significativo durante a leitura por causa de releituras, distrações e dificuldades de concentração. O levantamento, realizado com dois mil leitores acima de 18 anos entre fevereiro e março de 2026, estima que o impacto chega a mais de 25 horas por ano por pessoa.
O estudo aponta que leitores perdem cerca de sete minutos por sessão de leitura ao reler ou reprocessar trechos do texto. Quando o hábito é repetido quatro vezes por semana, o resultado acumulado ultrapassa um dia inteiro de leitura perdido ao longo do ano.
Distrações e fadiga visual impactam a experiência de leitura
Segundo a pesquisa, 67% dos brasileiros afirmam reler páginas ou trechos para compreender melhor o conteúdo. Entre os principais motivos estão distrações e interrupções (61%), perda do ponto de leitura (38%) e fadiga visual (30%).
Além disso, 30% dos entrevistados dizem que reler trechos reduz sua confiança na leitura, enquanto 22% afirmam já ter abandonado livros por considerarem a experiência exigente demais. O levantamento também indica que essas dificuldades raramente são discutidas entre adultos, o que torna o problema menos visível no dia a dia.
Entre os mais jovens, o impacto aparece com ainda mais força. De acordo com o estudo, 75% da geração Z relatam frustração quando ferramentas de leitura não acompanham seus hábitos atuais, enquanto 72% dizem ter mais dificuldade para manter a concentração em meio a distrações constantes.
Adaptação de hábitos se torna resposta dos leitores
Em vez de abandonar a leitura, muitos adultos relatam ajustar sua rotina. A pesquisa indica que 38% dividem a leitura em sessões mais curtas, enquanto 44% relêem trechos sem se cobrar. Outros 25% escolhem formatos ou ambientes que facilitem o hábito no dia a dia.
Entre os usuários que conhecem recursos de personalização da leitura digital, 44% afirmam ler por mais tempo quando o texto é adaptável. Além disso, 26% dizem se sentir mais confiantes e 27% relatam maior taxa de conclusão de livros.
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O estudo reforça ainda a importância de ferramentas que reduzam barreiras na leitura. Nesse contexto, dispositivos digitais como o Kindle são citados como exemplos de adaptação, com recursos como ajuste de fonte, iluminação e marcação de trechos.
A pesquisa também integra a campanha “Meu Kindle, meu jeito”, que destaca como a leitura pode se adaptar às rotinas individuais sem perder fluidez.

Roberto é jornalista e redator especializado em entretenimento e cultura pop. Com quase uma década de experiência na produção de conteúdo para portal de notícias, foca em unir SEO e jornalismo de qualidade para trazer os melhores ângulos factuais sobre música, cinema, séries, games, comportamento e cultura.
