Meryl Streep critica rótulo de “filme de mulherzinha” para O Diabo Veste Prada e diz que termo “não envelheceu bem”

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A atriz Meryl Streep afirmou que o clássico O Diabo Veste Prada foi prejudicado no passado por ter sido rotulado como “chick flick”, termo que, segundo ela, “não envelheceu bem” diante do sucesso de produções lideradas por mulheres nos últimos anos.

A declaração, dada durante sua participação no programa The Late Show With Stephen Colbert, surge em meio à divulgação da sequência do filme, prevista para 2026. A atriz resgatou a discussão sobre como obras com protagonismo feminino foram historicamente subestimadas pela indústria.

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“Rótulo não envelheceu bem”, diz atriz

Segundo Meryl Streep, o longa de 2006 enfrentou dificuldades ainda na fase de produção justamente por conta dessa classificação. Na época, estúdios viam o projeto como um filme de menor relevância comercial, mesmo com um elenco forte e apelo popular.

A atriz destacou que esse tipo de visão mudou com o tempo, principalmente após o sucesso de títulos como Barbie e Mamma Mia!, que provaram o potencial de histórias centradas em personagens femininas.

Com isso, ela reforça que o rótulo “chick flick” acabou se tornando ultrapassado e limitador, ao minimizar o alcance e a relevância cultural dessas produções.

Clássico ganha novo olhar com sequência

Lançado em 2006, O Diabo Veste Prada se tornou um fenômeno de público e crítica, consolidando personagens icônicos e influenciando a cultura pop.

Agora, com a chegada de O Diabo Veste Prada 2, a discussão ganha ainda mais força. A nova produção contará novamente com Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt, revisitando a história sob uma perspectiva contemporânea.

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