De Andy Sachs a Miranda Priestly: 5 lições de beleza inspiradas em “O Diabo Veste Prada 2”

Comportamento

Quase duas décadas após sua estreia, O Diabo Veste Prada segue como referência quando o assunto é imagem e comportamento. Com a chegada de O Diabo Veste Prada 2, a estética do universo da revista Runway volta ao radar, agora com impacto direto nas escolhas de consumo em 2026.

Mais do que figurino, o filme construiu um repertório visual que atravessa gerações. Para Luzia Costa, especialista em beleza e CEO da Sóbrancelhas, esse tipo de narrativa continua influenciando decisões reais. “O cinema projeta uma imagem aspiracional que o público tenta adaptar para a própria rotina”, explica.

Segundo dados da Mordor Intelligence, o mercado global de beleza deve crescer a uma taxa anual de 5,2% até 2030, impulsionado por fatores como influência cultural e reaproveitamento de referências clássicas.

A partir desse contexto, a especialista destaca cinco pontos práticos inspirados no filme:

Sobrancelha como ponto de virada

A mudança de Andy Sachs passa por ajustes sutis, e o design de sobrancelhas é um dos primeiros. Estrutura e definição alteram a expressão e ajudam a comunicar mais segurança.

O platinado como assinatura

Miranda Priestly transformou o cabelo grisalho em símbolo de autoridade. O visual continua em alta, mas exige manutenção constante para preservar brilho e textura.

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Pele natural, mas controlada

O ambiente corporativo retratado no filme reforça uma estética limpa. A ideia não é ausência de maquiagem, mas acabamento leve, com foco em cuidado de pele.

Batom como recurso de presença

No universo da Runway, o batom não é detalhe, é ferramenta. Tons mais marcados funcionam como extensão da comunicação, especialmente em situações de exposição.

Atenção ao que não chama atenção

Unhas, cílios e pequenos acabamentos aparecem menos, mas fazem diferença no resultado final. São elementos que sustentam a construção de imagem sem protagonismo evidente.

Para Luzia Costa, o interesse por esse tipo de referência cresceu junto com a circulação de imagens nas redes. “As pessoas chegam com repertório visual mais claro, muitas vezes vindo do cinema. O desafio hoje é traduzir isso sem perder a individualidade”, afirma.

O que o filme consolidou lá atrás continua atual: imagem também é linguagem e, quando bem ajustada, comunica antes mesmo da fala, segundo a análise da especialista.

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