Labubu no Brasil: Pop Mart estreia oficialmente no país e aposta na febre dos colecionáveis premium

Comportamento

A Pop Mart, gigante chinesa responsável pelo fenômeno global das blind boxes e personagens como Labubu, chega oficialmente ao Brasil em parceria com a Candide. A marca desembarca no mercado brasileiro apostando no crescimento dos art toys e no interesse cada vez maior do público adulto por colecionáveis premium ligados à cultura pop, design e redes sociais.

A estreia oficial acontece em meio ao boom internacional do segmento. Conhecida por transformar personagens como Labubu, Cry Baby e SkullPanda em itens desejados por fãs e colecionadores, a Pop Mart encerrou 2025 com receita superior a US$ 5,4 bilhões, segundo dados divulgados pela Reuters. O crescimento da empresa ultrapassou 184% em relação ao ano anterior, consolidando a marca como uma das maiores potências do setor de colecionáveis no mundo.

No Brasil, a operação será conduzida pela Candide, tradicional empresa do mercado de brinquedos e licenciamentos. Os produtos chegam ao país com preços entre R$ 299,99 e R$ 799,99 e estarão disponíveis para venda até o dia 5 de junho.

Leia mais:

De Labubu a Naruto: Pop Mart aposta em personagens famosos

Embora Labubu seja atualmente o rosto mais popular da marca nas redes sociais, a Pop Mart traz ao Brasil um catálogo mais amplo de personagens e franquias. Além da linha The Monsters, o público também encontrará coleções de Cry Baby, Hirono, Pucky e Nyota.

A empresa também aposta em colaborações com grandes marcas e propriedades conhecidas da cultura pop. Entre elas estão coleções inspiradas em Coca-Cola, Meninas Superpoderosas, My Little Pony e O Pequeno Príncipe. Além disso, produtos licenciados de franquias como Naruto, Demon Slayer, Teletubbies e Frieren fazem parte da estratégia da marca para conquistar diferentes públicos.

Segundo Moise Candi, CEO da Candide, o consumidor brasileiro já acompanhava o crescimento da Pop Mart pelas redes sociais e pelo impacto da cultura pop asiática. “Estamos diante de uma categoria que vai além do colecionável. É arte, comunidade e identidade”, afirma.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *